terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ofuscaram o sertão


Aquela velha faca cega
Não cortou um coração
Nas veredas da caatinga
Virgulino  Ferreira o lampião

Nos mugidos do quintal
O doce adubo da terra
Dos espinhos no vaqueiro
A riqueza do sertão

Das cantigas de cangaço
E os vaga-lumes a piscar
Os alpendres de sua amada
Embalaram o repousar

Ah meu querido torrão dos malditos coronéis
Um moço de peixeira onde o sol esbraveja
Que de tanta força e peleja
Cortaram-lhe a cabeça cegando o seu sertão.

Leandro Tavares - Baerdal
Cálice sem fim


Will e Louisa, como eu sou depois de vocês.

Olha o sonho de estradas esquisitas, a maturação do que é solidez e a continua ausência de quem partiu dos nossos braços. Tem que fic...