terça-feira, 23 de setembro de 2014

AQUELAS CHAVES


E esta moça bela
Sorrio-te tão cru ao bem ao lado dela
Com os teus olhos azuis
De apagar a luz
Surrupiou um não
Com olhos de folhas secas
Não, não venha.
Não venha não.
Esqueces o que passou
De nada vale tua companhia
Aquele riso de lapidar o dia
Arremesses bem distante dos lírios
As flores que me deste
Enterrei com elas meu coração
E ao lado delas o teu sotaque
De acalmar a fera.
Se ao teu bem for, que jogues fora aquelas chaves.
Que antes eram de abrir o amor.
E de tanto que fizeste o meu peito chorar
Elas tu enferrujou.

Leandro Tavares – Baerdal
Cálice sem fim

Will e Louisa, como eu sou depois de vocês.

Olha o sonho de estradas esquisitas, a maturação do que é solidez e a continua ausência de quem partiu dos nossos braços. Tem que fic...