sábado, 30 de maio de 2015

Entre cabos


Ao norte de onde sente jamais ausente
Nordeste do que se a tenta presente
Eu que nunca mais tinha visto teus toques pelos meus ares
De confessar que teus beijos, teus desejos percorrem em pares.
Ao lembrar que tais palavras te excitam
As tuas em mim, o meu peito palpita
Ao norte se tivesse como
Entre laços e lençóis
Com teus risos e os traços perdidos entre nós.
Esqueça a sutileza, insufle sobre tua pele o vermelho.
Sussurra suave sobre a pele crua
Beije minha boca
Solte teus cabelos
Jogue dentro teus desejos
Desvendemos os segredos
Esquecendo tantos medos
Dessa arte em veneno

Entre cabos digitais.

Leandro Tavares – Baerdal
Cálice sem fim

Will e Louisa, como eu sou depois de vocês.

Olha o sonho de estradas esquisitas, a maturação do que é solidez e a continua ausência de quem partiu dos nossos braços. Tem que fic...