segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Dezembro em chuvas


Mas foi em vão aquela lágrima em Dezembro
Aquela segunda chuvosa
Em pleno verão
Onde ergui a cabeça e os olhos não mais te guiaram
Segui sem passos
Não mais vi teu riso
Defrontei solidão
Viajei alguns quilômetros
Pra debruçar manhã
Depois de dezembro
Retirei algumas cores do arco íris
E recortei cetins
Abanei o peito e o hematoma
E ainda assim não descestes por mim
Na estrada fica saudade
Pois retirei do bolso aquela ultima viagem
E o coração sem alçar
Sangra ausência do teu ar.
Leandro Tavares - Baerdal
Cálice sem fim

Will e Louisa, como eu sou depois de vocês.

Olha o sonho de estradas esquisitas, a maturação do que é solidez e a continua ausência de quem partiu dos nossos braços. Tem que fic...