domingo, 7 de junho de 2009

ALGO PAROU?


Ao voltar para casa todos os dias
Procuro o sentido do que é absurdo.
Piso no chão perdido no dia
E o céu escondido imprevisível.
Sem querer expor a soberba lua.

Vejo alguém no escuro
Um espírito sorrindo de tudo.
Solto gritos de alegria
Para talvez não morrer, se fosse morrer de medo.
Riu de tudo que vejo

A procura do absurdo
Digo adeus ao tudo.
Não me prendo...
Vejo tudo sorrindo.

Solto o que me prende.
Vou viver e rir de tudo.
Irei andar por jardins...
Pular, em oceanos.
e chorar por fim
O relógio jamais parou.


Baerdal, Cálice sem fim...

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